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Nordeste tem maior aumento de universitários do país

. sexta-feira, 27 de novembro de 2009
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Créditos: R7

O Nordeste registrou o maior aumento de matrículas em instituições de ensino superior no país em 2008 frente ao ano anterior, com 7%. A região brasileira ultrapassou também o Sul no número total de universitários e fechou o ano passado com a segunda colocação, só ficando atrás do Sudeste.

Segundo o Censo da Educação Superior 2008, divulgado nesta sexta-feira (27) pelo Inep, órgão de pesquisa ligado ao MEC (Ministério da Educação), 912.693 alunos cursaram faculdades nordestinas no ano passado, frente 853.319 estudantes em 2007. Já o Sul, que não acompanhou esse ritmo, passou de 864.264 matrículas, em 2007, para 887.182, em 2008.

Para a professora de educação da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) Maria do Carmo Peixoto, esse aumento mostra um potencial de expansão na região a curto prazo:

- O Nordeste é uma área que tradicionalmente é menos coberta pelo ensino superior. O potencial de expansão é muito grande. Por isso, ali, as faculdades particulares devem ter avançado. O Reuni também trouxe um bom investimento na região.

Os dados do Censo revelaram também que o Nordeste superou a média brasileira. Em todo o país, a quantidade de estudantes foi 4,1% maior em 2008 em relação a 2007 – nesse período, as matrículas no Brasil pularam de 4,880 milhões para 5,080 milhões.

O Estado nordestino que tem mais alunos na faculdade é a Bahia, com 224.766 matrículas. Logo em seguida, vem o Pernambuco, com 170.164 universitários, e o Ceará, com 136.720 estudantes no ensino superior.
A única parte do país onde se verificou um acréscimo no número de instituições de ensino superior foi na região Nordeste, com 10 faculdades a mais no ano passado em comparação aos dados de 2007.


Contraste

Metade dos universitários brasileiros estuda na Região Sudeste. A área respondeu por 2,512 milhões de matrículas do país em 2008, sendo que 55% desse total está cursando faculdades no Estado de São Paulo (1,399 milhão). Em seguida, estão Minas Gerais (521.045), Rio de Janeiro (500.266) e Espírito Santo (92.199).

Apesar de também ter ficado acima da média do país, o Norte ainda ocupa a última posição na divisão por áreas brasileiras. A região teve 6,3% a mais de matrículas na mesma comparação – quando passou de 303.984, em 2007, para 323.190, em 2008 –, mas o número final não alcançou o do Centro-Oeste, com 444.431 alunos na faculdade no ano passado.

O Acre é o Estado que teve o menor número de estudantes nas faculdades em 2008, com 18.649. O topo do ranking nortista foi ocupado pelo Amazonas, com 105.186 universitários, seguido do Pará, com 97.297 matrículas.

Metade das vagas oferecidas nos vestibulares ficou ociosa em 2008

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Créditos: G1

Das quase 3 milhões de vagas oferecidas em cursos de graduação presencial no país em 2008, metade não foi preenchida. O total de vagas ociosas praticamente alcançou a marca de 1,5 milhão. A grande maioria delas (98%) está em instituições privadas. As informações fazem parte do Censo da Educação Superior, divulgadas nesta sexta-feira (27) pelo Ministério da Educação (MEC).

Numa comparação com os últimos seis anos, 2008 registrou o maior percentual de vagas ociosas: 49,55%. Essa tendência de alta já vinha ocorrendo nos últimos anos. Mesmo assim, as instituições de ensino não deixaram de abrir mais vagas. O número de lugares no ensino superior em 2008 cresceu 5,7% em relação a 2007.


O número de ingressantes em 2008 foi de 1.505.819 alunos. Quase 80% (1.198.506) foram para instituições particulares. Entre as públicas, as federais tiveram o maior número de ingressantes, 162.115.

Os cursos também cresceram em 5,2% e, no ano passado, o Brasil tinha 24.719 cursos em funcionamento. O censo mostra que mais de 72% (ou 17.947) são ofertados por instituições privadas.

Uma das explicações para esse cenário é a falta de planejamento das instituições, principalmente as privadas, na opinião do consultor em ensino superior, Carlos Monteiro.

 “Observamos essa tendência [de alta no número de vagas ociosas] nos últimos cinco anos, que vem aumentando de maneira brutal, principalmente no ensino particular. Isso representa uma deficiência no seu posicionamento estratégico. São instituições que acreditam em um mito que não existe mais. Há 20 ou 30 anos era mais garantido o retorno.”

Jacques Schwartzman, diretor do Centro de Estudos de Ensino Superior da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), tem uma visão parecida. “Isso é fruto da concorrência no setor privado por alunos, porque essas vagas ociosas são quase todas no setor privado. No setor público, é pouco muito o número de vagas ociosas. Isso representa uma luta por alunos. Eles oferecem mais cursos em lugares e cidades diferentes, com valores mais baixos.”

No entanto, ele pondera que não é possível atribuir unicamente à falta de planejamento das instituições e à luta por atrair mais alunos. “Essas vagas não são totalmente ociosas. Em muitos casos, o acontece é que cerca de 30% dessas vagas são uma espécie de reserva técnica", diz.

"As faculdades isoladas, que não têm autonomia para criar cursos ou ampliar as vagas, na hora de fazer o credenciamento no MEC, superestimam o número de vagas. Assim, se precisarem mais para a frente das vagas, não precisam voltar ao MEC e fazer a burocracia toda outra vez."

Segundo o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, não é nem possível saber se existe capacidade para todas as vagas pedidas pelas instituições.“São vagas autorizadas. Elas não necessariamente mostram a intencionalidade de ofertar essa vaga. Mas não significa que tem professor ocioso, nem aluno ocioso”, disse.

UFPA - Prova do Vestibular é cancelada por suspeita de fraude

. quinta-feira, 26 de novembro de 2009
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Créditos: G1 
Foto: Divulgação



A Universidade Federal do Pará anulou toda a prova de geografia da primeira fase do vestibular por suspeita de fraude. Três questões eram semelhantes a outras que já caíram em vestibulares ou tinham sido usadas por um cursinho de Belém.

Alunos de outros cursinhos fizeram protestos pelas ruas da capital paraense e pediram a anulação do concurso.


A universidade informou que será aberto um procedimento administrativo para apurar a conduta dos professores que formularam a prova de geografia. De acordo com a universidade, três professores que participaram da elaboração da prova foram afastados.

Em nota, o reitor da (UFPA), Carlos Edilson Maneschy, diz que o caso foi isolado, restringindo-se à prova de Geografia. A universidade informou que as questões anuladas serão creditadas a todos os alunos.

Mais dicas para enfrentar o Vestibular

. quarta-feira, 18 de novembro de 2009
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Meu caro vestibulando, não basta apenas ter força de vontade e muita memória. Por isso, a versão online da Revista Veja publicou um vídeo em que um especialista dá mais dicas para você enfrentar o(s) vestibular(es).


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Aqui, meu caro visitante, você terá muitas informações sobre Vestibular... Os cursos mais concorridos, uma descrição do processo seletivo, um pouco das melhores universidades do país...

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Os Autores

Andreivny Ferreira:
Um aluno do curso de Comunicação Social, da UFRN, que tem vários conhecimentos também na área de informática, hoje essencial para quem vai trabalhar na área de comunicação. É aluno de Radialismo.

Gabriela Fernandes:
Aluna do curso de Comunicação social da UFRN, que cursa o 6º período de radialismo.

Tasmania Teixeira
Curso radialismo estou no sexto período. Sou objetiva e dinâmica nos meus trabalhos. Além de cumprir rigorosamente meus horários,praticidade para mim é questão de organização e senso de ética profissional.